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Notícias

  • Prata da Casa

    O primeiro dia de aula em uma nova escola é sempre cheio de expectativas. No caso de uma escola técnica, somado a esse sentimento, os alunos chegam carregados de sonhos, ideias e projeções futuras. Durante o Ensino Médio, a maioria desses adolescentes descobrem suas predileções profissionais e começam a desenhar suas carreiras. Na faculdade, os sonhos amadurecem e muitos se veem chamados à carreira docente.

    Bruna Almeida conta que desde pequena tinha vontade de ser professora. Ela iniciou sua carreira em outras áreas da Engenharia, mas já atuava como professora voluntária: “Comecei como uma forma de ajudar, seguindo muito do que aprendi na ETE – a ser para os demais. Com essa experiência, tive a certeza que escolhi a carreira certa”.

    Confiança no próprio trabalho e reconhecimento do talento daqueles que estão próximos – estes são alguns dos motivos que levam a ETE FMC a contratar ex-alunos para integrar seu corpo docente. “É uma maneira de devolver o que recebi nos meus anos de escola. É muito satisfatório poder fazer parte dessa história e passar um pouco da minha experiência, especialmente aos estudantes do noturno, já que fui aluna desse curso”, destaca Carmem Lúcia.

    Nem todos seguiram carreira na eletrônica. Para o João Taero, a mudança de área foi significativa: “Comecei estagiando em produção de telenovela. Mas o chamado da docência foi mais forte. Lecionar na ETE é ainda mais especial, pois além da formação acadêmica existe, de fato, a formação integral. É aqui que vivo o meu magis”

    Mais que o talento profissional, estes professores trazem consigo uma relação de afeto com a Escola. “É muito bom voltar ao lugar que marcou um momento cheio de boas recordações da minha vida. A ETE é a mesma, mas tem uma estrutura renovada e continua sempre inovando”, destaca Filipe Bueno. Da mesma forma, Thalita Oppenheimer diz que “trabalhar com aqueles que foram meus professores traz muita segurança. Alguns, de uma forma especial, continuam sendo a minha inspiração”.

    Para o diretor geral, também formado pela ETE FMC, Alexandre Loures Barbosa, o ex-aluno tem o perfil profissional buscado pela instituição: “o antigo aluno traz consigo os valores da formação integral jesuítica tão valorizada pela nossa Escola. A possibilidade de contratar um antigo aluno reflete, sobretudo, a competência acadêmica da ETE FMC na formação de novos profissionais”. Neste mesmo sentido, finaliza Marília Bontempo: “semear a inovação, o empreendedorismo e a cultura tecnológica nos estudantes de hoje é acreditar que temos a chance de compor um Brasil mais desenvolvido e, principalmente, mais justo”.

    Além destes seis jovens professores, outros ex-alunos já integravam o quadro de profissionais da ETE – como é o caso do Prof. Antônio Marcos que, neste ano, completa 30 anos de dedicação.

     

    Da esquerda para a direita:
    Bruna – Mestranda em Microeletrônica (UNIFEI)
    Thalita – Licenciada em Letras (UNIVAS)
    Taero – Doutorando em Cultura Audiovisual (UAM)
    Filipe – Mestrando em e-Health (INATEL)
    Carmem –Especialista em Metodologia do Ensino Religioso (UNINTER)
    Marília – Mestranda em Telecomunicações (INATEL)