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Notícias

  • Professor Antônio Marcos celebra 30 anos de ETE

    O professor Antônio Marcos de Souza, também ex-aluno da ETE FMC, completa 30 anos como professor da instituição. Natural de Natércia, ele se mudou para Santa Rita com o objetivo de estudar o ensino fundamental, passando a morar com o irmão, já professor da ETE FMC, José Geraldo de Souza.

    Antônio Marcos conta que era integrante do grupo de escoteiros e as atividades práticas eram realizadas na área esportiva da ETE. “Eu achava a escola muito grande, bonita e me despertava um desejo de estudar aqui, apesar de não saber direito o que era eletrônica”. E completa: “Como vários colegas iriam estudar na ETE, isso me motivou bastante; além do incentivo do meu irmão, que falava sempre da qualidade do ensino”.

    Após passar no vestibular, ele ingressou na escola em 1980 e em 1983 conseguiu estágio na instituição como monitor do Laboratório de Eletrônica do 1º ano, sob supervisão da professora Nídia Teles.É uma época da qual tenho saudades até hoje! Gostava muito de dar monitoria para os alunos. Foi quando me despertou a vocação para seguir a carreira acadêmica.”

    Depois deste período, mudou-se para São Paulo onde trabalhou por 2 anos e meio como técnico de eletrônica. “Escolhi voltar para Santa Rita, consegui um novo emprego como técnico e comecei a cursar a faculdade de Engenharia. Neste período participei de uma seleção para a vaga de professor no mesmo laboratório em que dava monitoria e fiquei em segundo lugar. Um ano depois, em 1987, me convidaram para dar aulas de Laboratório de Eletrônica”.

    Durante esses 30 anos, além das salas de aulas, Antônio Marcos também assumiu cargos administrativos na ETE FMC, como a coordenação do curso técnico e a supervisão de estágios. Também foi diretor de ensino na época da criação do curso noturno, com a proposta de “atender uma demanda de formação técnica dos funcionários das empresas do Vale da Eletrônica que não possuíam especialização”.

    O professor tem dois filhos que também estudaram na Escola. “Incentivava-os a estudar na ETE, mas não interferi na escolha profissional deles. Queria que meus filhos tivessem a mesma formação integral que tive. E com o curso técnico já teriam uma profissão”.

    Antônio Marcos recorda com carinho o tempo de estudante. “A ETE traz um ar intimista e familiar, os professores sempre foram bem próximos. Tenho muitas saudades dos meus colegas, das relações de amizade. Convivíamos com pessoas de muitos lugares e culturas bem diferentes. A ETE foi a escola que mais me marcou”.